Labirinto, a magia do tempo, e Conan, o bárbaro. Dois clássicos do cinema fantástico dos anos 80, quando os efeitos especiais eram feitos plasticamente, esculpidos, artesanalmente, sem essa de 3d. Toscos sim, mas muito mais realistas, pois afinal, eram de verdade! Nada virtual.
A trilha sonora do David Bowie para Labirinto tem algumas ótimas músicas, e é para aqueles que curtiram o filme. Este foi o primeiro disco que comprei, numa loja de departamento no west plaza (acho que era mesbla). Foi um vinil! Levei também Fausto Fawcett, mas este quando cheguei em casa minha mãe não deixou eu escutar e escondeu.
http://www.megaupload.com/?d=TVOPPR63
Já a trilha do Conan transporta você imediatamente para reinos esquecidos, castelos fantásticos, paisagens mitológicas. Do caralho!
http://trilhadomedo.blogspot.com/2008/10/conan-barbarian-destroyer-soundtracks.html
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Irmãos Karámazov
Eu estou acabando agora o primeiro volume desta nova edição d´Os Irmãos Karamázov de Doistoiévski. Livro difícil mas muito filosófico e interessante. Escolhi um naco do livro para abrir este blog.
VI. Ainda Muito Obscuro
Ivan Fiódorovitch, porém, depois de se despedir de Aliócha, rumou para casa, a casa de Fiódor Pávlovitch. Mas, coisa estranha, assaltou-o subitamente uma melancolia insuportável, e o pior é que ela aumentava cada vez mais a cada passo que ele dava ao aproximar-se da casa. O estranho não estava na melancolia, mas em que não havia meio de Ivan Fiódorovitch definir em que ela consistia. Antes já lhe acontecera cair frequentemente em melancolia e não era de admirar que ela o assaltasse em um momento como esse, quando, depois de romper com tudo que o havia atraído para este lugar, ele se deparava para dar, no dia seguinte, mais uma brusca guinada e enveredar por um caminho novo, totalmente desconhecido e mais uma vez completamente só e, como antes, cheio de esperança mas sem saber em quê, esperando muito, esperando demais da vida, sem, no entanto, conseguir ele mesmo conseguir definir o que havia em suas expectativas ou em seus desejos.
VI. Ainda Muito Obscuro
Ivan Fiódorovitch, porém, depois de se despedir de Aliócha, rumou para casa, a casa de Fiódor Pávlovitch. Mas, coisa estranha, assaltou-o subitamente uma melancolia insuportável, e o pior é que ela aumentava cada vez mais a cada passo que ele dava ao aproximar-se da casa. O estranho não estava na melancolia, mas em que não havia meio de Ivan Fiódorovitch definir em que ela consistia. Antes já lhe acontecera cair frequentemente em melancolia e não era de admirar que ela o assaltasse em um momento como esse, quando, depois de romper com tudo que o havia atraído para este lugar, ele se deparava para dar, no dia seguinte, mais uma brusca guinada e enveredar por um caminho novo, totalmente desconhecido e mais uma vez completamente só e, como antes, cheio de esperança mas sem saber em quê, esperando muito, esperando demais da vida, sem, no entanto, conseguir ele mesmo conseguir definir o que havia em suas expectativas ou em seus desejos.
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